21.9.10

20 de Setembro



Silêncio... Escute o toque dos clarins farroupilhas abrindo caminhos. São os gaúchos de ‘barbas-tostadas’ montados em ‘cavalos de pêlo carvão’. São os lanceiros negros galopeando nas pradarias em corcéis garbosos. É o fogo de chão que está aceso há mais de cento e setenta e cinco anos. Mas não é guerra não... É romaria cívica. É amor ao torrão natal. É água de fonte serena que mata a sede de quem dela precisa. É respeito ao avô do avô que lutou em alguma revolução. É a bênção da mãe... ‘Vai meu filho cruzar horizontes. Segue tua sina e não olha para trás’. Ah, o 20 de Setembro Contemporâneo! Farrapos e Imperiais. Maragatos e Chimangos. Colorados e Gremistas. Empreendedores e trabalhadores. Brancos, Negros, Índios... Sempre usando as armas da sabedoria e da verdade... Esta terra ainda tem dono. Silêncio... Escute o toque dos clarins farroupilhas abrindo caminhos...


19.9.10

Minha alma me reserva sempre mais

Meus amigos e amigas,

Seguro o fôlego por um instante para dizer que a campanha segue para a reta final e menos de 15 dias nos separa da grande Vitória.
Sempre que posso, registro aqui minhas lembranças, saudades, lutas e batalhas, minha jornada, a minha vida. Sigo por caminhos que acho que devem ser seguidos, consulto minha alma para fazer sempre o melhor. Ontem à noite ela me indicou um local cheio de energia. Em Bento Gonçalves uma calorosa recepção me aguardava, mil delegados representando 17 federações estaduais e mais de oitocentas associações de aposentados. Um encontro maravilhoso.

Nestas horas meus amigos, não há como resistir à energia recebida, muito menos explicar. A responsabilidade aumenta.

Pude dizer olhando para milhares de faces voltadas em minha direção, que falava com o silêncio da minha alma e o bater do meu coração, obrigado por estar junto com vocês e que Deus ilumine a nossa caminhada. Mas ela, a minha alma, me reservava mais..

A grande canção “Sabe Moço” de Francisco Alves presenteou mais um momento.



(...) E andei mil peleias em lutas brutas e feias.


Desde o começo até o fim
Sabe moço depois das revoluções

Vi esbanjarem brasões pra caudilhos coronéis
Vi cintilarem anéis assinatura em papéis
Honrarias para heróis
É duro moço olhar agora prá história
E ver páginas de glórias e retratos de imortais
Sabe moço fui guerreiro como tantos
Que andaram nos quatro cantos
Sempre seguindo um clarim

E o que restou, ah sim
No peito em vez de medalhas
Cicatrizes de batalhas
Foi o que sobrou pra mim
Ah sim
No peito em vez de medalhas
Cicatrizes de batalhas
Foi o que sobrou pra mim

13.9.10

A saudade é um rio

Voltei a Caxias do Sul ao lado da minha companheira de chapa Abgail Pereira para cumprir um extenso roteiro em porta de fábrica, caminhada e panfletagem na Avenida Júlio de Castilhos e na Praça Dante Aliguieri. Como sempre o carinho dos meus conterrâneos foi algo maravilhoso e inesquecível. No tradicional Bar 13 reencontrei o Flexa. Ele foi meu parceiro de futebol na categoria juvenil do Esporte Clube Juventude. “E aí Paim, o cafezinho e a água são por minha conta”. Ficamos por alguns minutos falando sobre aqueles “Velhos tempos”... “Velhos dias”. Fui além das nossas reminiscências e enveredei só para mim, para o meu eu, e nada mais... A casa cinza onde passei a minha infância, as noites de longas conversas, a grande mesa da varanda, os conselhos do seu Ignácio e da dona Itália, os dez irmãos, banhos de açude, bolita e futebol com a gurizada... Pandorgas no céu... Com certeza vou deixar no meu testamento todas essas lembranças. Ah! A saudade... A saudade é um rio de águas calmas e cristalinas que se guarda no cantinho do peito.

9.9.10

Todos juntos fizemos... Todos juntos faremos...

Nos últimos oito anos o Senado Federal tratou de temas que nunca antes tiveram a atenção necessária por parte dos seus membros. Quando assumi uma cadeira nesta casa sabia muito bem que a minha principal missão seria o de pautar uma agenda social tanto nas comissões temáticas como no Plenário. E foi assim que com o apoio de vocês trabalhei “o caminho caminhando” lapidando a pedra da sabedoria com os instrumentos do respeito, da coragem e principalmente do diálogo. Apresentei mais de mil propostas com o objetivo de levar dignidade e justiça a todos os brasileiros. Umas já estão aí e beneficiam a vida de milhões de pessoas como o Estatuto do Idoso, a valorização do salário-mínimo e o aumento para os aposentados e pensionistas. E outras precisam ser aprovadas. Vocês sabem que já avançamos em muitas coisas. Mas eu lhes digo: precisamos fazer muito mais... Seguir em frente com esperança, confiança, fé, coerência e, sobre tudo, construindo a nossa história através de uma luta diária e apaixonada.

2.9.10

Minha homenagem

Uma vez eu ouvi o César Passarinho cantar que o exílio é como a agonia dos pássaros cativos: “De que adianta um par de asas se lhes falta o céu para voar”. João Goulart, o Jango, foi o único Presidente do Brasil a morrer no exílio, longe de sua amada Pátria. Ele soube com o sacrifício da sua vida enfrentar o desafio de construir um Brasil mais humano e solidário. Hoje eu recebi uma manifesto da família Jango em apoio a minha reeleição. Estou muito feliz e honrado com este reconhecimento. Agradeço imensamente. E que Deus nos ajude a continuar lutando para que todos os brasileiros tenham direitos e oportunidades iguais.

31.8.10

O silêncio da minha alma

Agradeço imensamente aos amigos e amigas que enviaram mensagens de carinho elogiando o meu programa eleitoral de televisão que foi ao ar ontem e será reprisado a partir das 13 horas desta quarta-feira, dia 1º. Podem ter certeza que falei com o silêncio da minha alma e o bater do meu coração. Quando cheguei ao Congresso Nacional trazido pela vontade popular trouxe na bagagem os ensinamentos dos meus pais e o que a vida me mostrou no dia a dia. E foi assim que eu tracei metas além do horizonte para defender os interesses e as necessidades da nossa gente. Juntos, já semeamos... Agora estamos colhendo. Mas quero fazer muito mais. Com o apoio de vocês sei que posso fazer mais... Sei que estou no caminho certo e podem crer que jamais deixarei de ser povo e ser do povo.

29.8.10

Campo minado

Baita surpresa me fez o meu amigo Leonel neste domingo quando estava cumprindo um roteiro de campanha na cidade de Tapes. Ele me levou para conhecer o pai do rock gaúcho. Isso mesmo, Fuguetti Luz, 62 anos de muita luz e esperança, o autor de Campo minado, Canção para um amigo, Força interior, Alquimia, e tantos outros clássicos. E não é que tinha mais coisa boa pela frente. O Fuguetti vai votar em mim para o Senado. Coisa bacana mesmo que me deixou emocionado. Ele até me presenteou com um livro sobre sua vida que foi escrito pelo jornalista Gilmar Eitelvein. Com dedicatória e tudo... ”Paim, cada um no seu lugar e coragem de continuar”. E como ele mesmo disse... “Não pise em campo minado. Vote no Paim para o Senado”. Valeu Fuguetti.

25.8.10

Eu e o caminho


 Deixo aqui meus sentimentos, sempre que posso, nessa caminhada pelo Rio Grande rumo à reeleição ao Senado. A receptividade da população com relação ao meu trabalho é muito acolhedora e tudo ao redor começa a ter um ar de renovação. Vejo o reconhecimento de todo meu esforço nos olhos de cada pessoa que abraço e  sinto a vibração de um novo momento que estamos prestes a viver, a vitória de nosso projeto.

Quero dividir com vocês um momento emocionante vivido em Nova Santa Rita, cidade vizinha a Canoas. Entre as pessoas que me abordaram na rua  encontrei o aposentado Felipe Torrel, de 64 anos. Foi um momento emocionante. O senhor Felipe é um dos milhões de aposentados que exigem a recuperação de seus vencimentos. Ele me faz recordar as greves de fome, as vigílias no Congresso Nacional junto aos aposentados e pensionistas. O cansaço tomava conta, mas a força de mobilização sempre superou as dificuldades.

Lembro das mobilizações nas galerias do Plenário, das milhares de correspondências que recebi contando a vida sofrida dos nossos homens e mulheres de cabelos brancos ,  que na maioria das vezes sustentam suas famílias. Histórias que se repetem.

É na convivência com esse povo que sinto ainda mais a responsabilidade desse mandato. Temos muito chão pela frente. Registro as infinitas demonstrações de carinho,  que marcam muito e que identificam essa nossa luta por todos os aposentados, idosos, jovens e trabalhadores deste imenso Brasil.

24.8.10

Estudantes em ação


Debate bonito e acalorado, olhos atentos em direção ao palco onde encontravam-se os candidatos ao Senado. Na platéia do auditório do Colégio Júlio de Castilhos, cerca de 300 estudantes. O Julinho, tradicional colégio estadual de Porto Alegre, palco de muitos movimentos estudantis fundado em 23 de março de 1900 tem muita história. Por lá surgiu o primeiro CTG (Centro de Tradições Gaúchas) do estado, em 1943, fundado pelos folcloristas Barbosa Lessa e Paixão Côrtes, e, em 1979, o primeiro grupo ecológico ligado a uma escola do Rio Grande do Sul, o Kaa-Eté (mata virgem, em tupi).



Em contato com aquela moçada, me empolguei e lembrei de meus tempos de presidente do Grêmio Estudantil do Ginásio Noturno Alberto Pasqualini, de Caxias do Sul. Tenho esta trajetória registrada em meu livro, O Rufar dos Tambores, página 15.



(...) “A diretoria do Grêmio era enxuta, mas bem atuante. Fazíamos de tudo um pouco. Mas o que mais gostávamos de fazer era política. Tenho muito carinho pelo movimento estudantil. É uma escola onde se aprende muito e se faz muito. A União Nacional dos Estudantes (UNE) e a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) são marcos divisórios na luta estudantil brasileira e na vida política nacional.(...)”



Volto a concentração para o debate onde pude falar dos meus programas e os do governo federal em favor da juventude. Projetos pelos quais quero continuar a luta no próximo mandato. O Fundep, que é o Fundo para o Ensino Profissionalizante, Programa Jovem Cidadão, Bolsa Permanência de um salário mínimo para universitário e o Bolsa Permanência de um salário mínimo para Ensino Técnico, da Proposta de Cultura – Paz nas Escolas.



Relatei a todos minha luta pela defesa da PEC da juventude. Pude perceber que a juventude de fato tem lado, - e não querem retroceder - o lado de Lula, Tarso, Grill, Dilma, Paim e Abgail. Encerro com o depoimento do presidente do Grêmio Estudantil do Julinho, Gabriel Abreu de 19 anos. “É preciso chamar a juventude para o voto consciente, pois o que está em jogo são os próximos oito anos no Senado”.

20.8.10

Tambores de encantamento

A ansiedade e a emoção tomam conta, a hora está chegando e sinto a força de tudo que me move nesta caminhada, ao agradecer o carinho recebido. No primeiro programa de Rádio e TV que já estão sendo veiculados no horário eleitoral gratuito, vou repartir todo o trabalho realizado. São Leis, audiências e mais de mil projetos apresentados no Senado.

Posso identificar que a força está nos olhos das donas de casa, dos trabalhadores, dos aposentados, idosos e jovens. Digo que a luta de cada um deles no seu dia a dia, reflete em mim tambores batendo em fortes compassos e isto me contagia.
A energia que é despertada nos programas, posso vê-la no que ainda posso realizar daqui pra frente.


A campanha ganha as ruas cada vez mais. Vejo o colorido das bandeiras e posso identificar no rosto de cada militante, o retorno do encantamento das antigas batalhas. Os depoimentos, do jovem estudante Lucas Bell, que resume minha luta; do aposentado Artidor dos Santos que relata o Estatuto do Idoso me  emocionam fortemente, por isso, convido você meu amigo e minha amiga para assistir e ouvir, minha retribuição de todo este imenso carinho.


Podem contar comigo! Estarei aqui.

16.8.10

O jovem e o velho

Nas minhas andanças pelo Estado deixo claro que já fizemos muito no Senado Federal. Mas com certeza tenho ainda um longo caminho para percorrer. Aprovei os estatutos do Idoso e da Igualdade Racial, as políticas de valorização do salário mínimo e muitas outras propostas para beneficiar a vida da nossa gente. O carinho e o incentivo que recebo das pessoas talvez sejam detalhes para alguns... Para mim são como que um combustível diário. No comício da Unidade Popular pelo Rio Grande, em Cachoeirinha, recebi um bilhete de um cidadão. Ali estava uma espécie de parábola. Esperança, otimismo, confiança e fé... Assim eu compreendi o que me foi entregue. Por isso quero compartilhar com vocês.

O Jovem e o Velho

“À beira da praia, o velho observava intrigado, uma figura que se aproximava saltitante e, volta e meia, agachava-se e gesticulava em direção ao mar.

Quando o estranho personagem se aproximou mais, o velho notou que se tratava de um jovem, que recolhia estrelas-do-mar da areia e as devolvia ao mar. E resolveu interpelá-lo e ministrar-lhe uma lição sobre a inutilidade de dispêndio de tanta energia e a inexorabilidade do curso natural do Universo.

Velho: O que você está fazendo?

Jovem: Estou salvando as estrelas-do-mar de morrerem sob o sol.

Velho: Você já pensou que, todos os dias ao longo dos séculos, as marés depositam dezenas de milhares de estrela-do-mar sobre a areia e a ação mortal do sol, nas praias de todo o mundo?

Esse é o destino, o curso natural e parte imutável do ciclo da existência das estrela-do-mar. Que diferença pode fazer, no Universo, o esforço e energia que você gasta para devolver algumas poucas dezenas de estrelas ao mar?

O jovem sorriu, agachou-se, recolheu outra estrela e, atirando-a de volta ao mar, respondeu: Para essa estrela, eu fiz toda a diferença!”

12.8.10

Ilha Grande dos pequenos

Me senti tocado pelo carinho de duas creches que visitei na Ilha Grande dos Marinheiros em Porto Alegre, Creche Tia Juçara  e Creche Aparecida das Águas. Na hora do lanche, a criançada me recebeu com entusiasmo e alegria e, ao verem  os mascotes da minha campanha, senti um ambiente que só elas podem proporcionar, mágico e em clima de brincadeiras. Os pequenos da Ilha Grande me inspiraram a dizer como funciona o trabalho lá no Senado. Expliquei como são feitas as leis do País e falei ainda da importância dos Estatutos da Criança e Adolescente, da Igualdade Racial e dos Idosos. A Ilha Grande dos Marinheiros é reduto de famílias pobres que vivem da reciclagem do papel, um trabalho que considero importantíssimo para toda a cadeia produtiva e sustentável. Senti a responsabilidade da aprovação da proposta de minha autoria que regulamenta o exercício das profissões de Catador de Materiais Recicláveis e de Reciclador de Papel.  A convivência com essas pessoas é que me dá forças para continuar lutando pela igualdade social que trará um futuro melhor para todos.

9.8.10

Estatuto do Idoso

Cada vez mais minha agenda de campanha está tomando corpo. São muitos eventos, palestras, entrevistas, gravações, caminhadas, panfletagens... Encontro direto com o povo gaúcho. Estou sempre acompanhado da militância da Unidade Popular pelo Rio Grande que não se cansa de me dar carinho.  E isso é muito bom. No último final de semana uma senhora me perguntou sobre o Estatuto do Idoso que é um projeto de minha autoria e que virou lei federal lá em 2003. O estatuto é considerado uma das principais leis criadas no país nos últimos 50 anos. Beneficio direto para 30 milhões de cabeças prateadas.  Ali estão garantidos direitos à saúde, à moradia, ao trabalho, ao esporte e lazer... O estatuto também criminaliza os maus tratos e garante que a partir de 6 5 anos os idosos recebam um salário-mínimo mensal, mesmo que outro familiar idoso já receba. Nos programas de rádio e televisão teremos um momento para falar mais sobre o assunto.

2.8.10

Guerreira como tantas

Minhas andanças tem sido intensas pelos rincões deste Rio Grande e, por onde tenho percorrido, a emoção por vezes me toca profundamente. No abraço, no aperto de mão, no encontro com homens e mulheres de cabelos prateados, das pessoas com deficiência, dos trabalhadores, discriminados e jovens, dos amigos. As caminhadas continuam por municípios do interior e da grande Porto Alegre. A demonstração de carinho tem sido acolhedora e me inspira a ouvir a bela composição de Francisco Alves, sempre que estou na estrada, e que, me faz refletir os seus versos como o momento em que o Brasil está prestes a viver. O de confirmar uma mulher, guerreira como tantas... e no peito em vez de medalhas, cicatrizes de batalhas e presidente do Brasil.





Segue aqui um trecho desta obra prima


(...) É duro, moço
Olhar agora pra história
E ver páginas de glórias
E retratos de imortais

Sabe, moço
Fui guerreiro como tantos
Que andaram nos quatro cantos
Sempre seguindo um clarim


E o que restou?
Ah, sim


No peito em vez de medalhas
Cicatrizes de batalhas
Foi o que sobrou pra mim.

28.7.10

Pão de Queijo

Foto - Tiago Belinski

A Esquina Democrática (Borges de Medeiros esquina Andradas) é o mais famoso palco da vida política de Porto Alegre. Por lá ocorreram manifestações e passeatas contra a ditadura, pelas Diretas Já, entre outros. Hoje passei por lá acompanhado da aguerrida militância da Unidade Popular pelo Rio Grande. Dei muitos abraços, apertei mãos, reencontrei amigos e fiz outros, recebi o carinho da nossa gente. Para mim ficou ainda mais claro que o nosso trabalho no Senado Federal está em sintonia e tem o respaldo de todos os cidadãos. Entre uma conversa e outra fui puxado pelo braço por um senhor que vende pão de queijo... Mais adiante, na esquina da Uruguai. O seu produto é um dos mais saborosos que provei. Feito na hora. Garanto. E não é que ele é meu eleitor desde quando era deputado federal! São detalhes assim que nos dão forças para seguir adiante. Sempre olhando nos olhos e passando esperança para o nosso povo.

25.7.10

Heróis...

Foi emocionante o depoimento do pai do candidato Emilio Neto, do PT, de Canoas, sobre o período ditatorial... Resistências e lutas. Quando o srº Daniel começou a falar, lembrei daqueles momentos tristes que também passei.  Se hoje temos liberdade e democracia foi graças aos muitos heróis anônimos que nem sempre são lembrados ao longo das nossas vidas. Por falar em heróis, hoje é o dia do motorista e dos colono... Eles também são heróis... São homens e mulheres que dão suas vidas, de sol a sol, para o desenvolvimento do Brasil e o bem-estar da nossa gente. Agradeço a esses heróis pelo reconhecimento do nosso trabalho.

16.7.10

O badalar do sino

O Sindicato dos Ferroviários do Rio Grande do Sul completou nesta sexta-feira, dia 16 de julho, 47 anos de fundação. A categoria tem uma história muito bonita de lutas e conquistas de direitos. Muitas greves também foram realizadas. Quando se fala hoje em movimento sindical temos que obrigatoriamente falar em ferroviários. Por ter um bom relacionamento com eles, e de longa data, é que o presidente, João Calegari, me honrou com um convite para fazer uma palestra na sede da entidade, na galeria Santa Catarina, no centro de Porto Alegre. E lá eu fui falar do meu trabalho no Congresso Nacional e sobre a minha campanha de reeleição. Foi muito emocionante abraçar ferroviários aposentados e da ativa. Em um dos cantos do auditório existe uma réplica de sino daqueles das antigas estações de trens do interior. Fiz questão de tocar várias vezes. Em tempos de outrora o badalar avisava da saída e da chegada dos trens. O toque de hoje foi como uma espécie de sinal... De que novos tempos estão para chegar, logo ali no horizonte dos nossos olhos.

15.7.10

Agora eu posso votar

Meus amigos e minhas amigas,

Aos poucos a campanha está esquentando. Hoje eu cumpri uma série de agendas, encontros, visitas e caminhadas pela grande Porto Alegre. Estive em Esteio, Sapucaia do Sul, São Leopoldo e Portão. Sempre acompanhado da nossa aguerrida militância que não parava de cantar o refrão do jingle ‘131 nosso voto é assim, sou Rio Grande, sou Paulo Paim’. Um desses momentos felizes e emocionantes foi o encontro que tive, em Esteio, com o jovem aniversariante do dia, Gilson Biskup. Ele tem síndrome de down e é recém formado em Artes. O fato é que na minha última eleição ele queria votar... Não deixaram. Na época eu protestei aqui e lá em Brasília. E agora? “Agora eu posso votar e o meu voto vai para o senador Paim”, foi o que disse o jovem Gilson Biskup.

14.7.10

Uma camiseta guardada

Meus amigos e minhas amigas,

Durante almoço na minha querida Viamão, acompanhado de muitos companheiros e companheiras de caminhada, um fato me deixou um pouco mais feliz. Uma senhora disse-me que o seu pai que está com 75 anos guarda uma camiseta da minha primeira eleição para deputado federal... Isso foi lá no ano de 1986 quando fui eleito para participar da Assembléia Nacional Constituinte. Segundo ela, o seu pai está ansioso para receber uma outra camiseta, agora com o slogan Sou Rio Grande, Sou Paim. Fiquei emocionado com o fato relatado.

12.7.10

Encontro com a mídia livre



Meus amigos e minhas amigas,

Tive o privilégio de receber no comitê da João Pessoa, em Porto Alegre, a visita de blogueiros, twitteiros e jornais de bairro para um bate-papo sobre o Senado Federal e as eleições 2010. Entre os temas discutidos, alguns projetos de lei de minha autoria, como o fim do voto secreto em todas as instâncias do Congresso Nacional e o Fundo Nacional de Desenvolvimento do Ensino Técnico Profissionalizante (Fundep), que prevê investimentos de cerca de R$ 9 bilhões para preparar a juventude brasileira para o mercado de trabalho. Os desafios para o próximo mandato são muitos, como por exemplo, a discussão de um novo pacto federativo com responsabilidade social e ambiental e a implantação de uma previdência universal. Também apresentei as peças publicitárias e o jingle da campanha “Sou Rio Grande, Sou Paim”. Com relação ao pleito deste ano, fui enfático ao afirmar que eleição só se ganha na urna e que há muito trabalho para ser realizado. Pesquisa não ganha eleição... A divulgada hoje, na espontânea, nos coloca com 12 pontos, o segundo com 8 e o terceiro com 6. Já a induzida nos dá 46%, também 46% para outro candidato e 40% para a outra candidata.